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O Greyfriars foi dissolvido em 1538 no reinado de Henrique VIII e o mosteiro demolido; o monumento de Ricardo foi destruído ou lentamente deteriorou-se como resultado de estar exposto aos elementos. O local do mosteiro foi vendido para dois especuladores imobiliários de Lincolnshire e mais tarde adquirido por Robert Herrick, o prefeito de Leicester. Ele construiu uma grande mansão perto da Travessa do Mosteiro, em um local que hoje está enterrado embaixo da moderna Rua Grey Friars, transformando o resto do terreno em jardins. O local do túmulo ainda era conhecido nessa época apesar do monumento já ter evidentemente desaparecido. O antiquário Christopher Wren (pai do arquiteto Christopher Wren) relatou que Herrick ergueu um monumento no local do túmulo na forma de um pilar de pedra com um metro de altura e com a inscrição "Aqui jaz o Corpo de Ricardo III, Algum Momento Rei da Inglaterra". O pilar ainda era visível em 1612, porém já havia desaparecido em 1844. O cartógrafo e antiquário John Speed escreveu em seu Historie of Great Britaine de 1611 que a tradição local dizia que o corpo de Ricardo havia sido "corroborado da Cidade, e desdenhosamente outorgado sob o fim da Ponte Bow, que dá passagem sobre um ramo do Soare sobre o lado oeste da cidade". Seu relato foi amplamente aceito por autores posteriores. Uma placa a Ricardo foi colocada em 1856 por um construtor local perto da Ponte Bow, afirmando que "Perto deste ponto jaz os restos de Ricardo III, o último dos Plantagenetas 1485".
Fontes: pt.wikipedia.org
Um esqueleto foi descoberto em 1862 nos sedimentos do rio, levando a afirmações que o corpo do rei havia sido encontrado, porém após examinações foi mostrado que os restos pertenciam provavelmente a um homem por volta dos vinte anos de idade, e dessa forma não eram de Ricardo. É incerta a origem da afirmação de Speed; ela não foi atribuída a nenhuma fonte, nem tinha qualquer antecedente em outros relatos escritos. A escritora Audrey Strange sugere que o relato pode ter sido confundido com uma releitura da profanação dos restos de John Wycliffe na vizinha Lutterworth em 1428, quando uma multidão o desenterrou, queimou seus ossos e os jogou no rio Swift. O historiador John Ashdown-Hill propõe que Speed cometeu um erro sobre a localização do túmulo de Ricardo e inventou a história para explicar sua ausência. Se Speed tivesse ido até a propriedade de Herrick ele certamente teria visto o pilar nos jardins, porém ao invés disso ele escreveu que o local estava "coberto de urtigas e ervas daninhas" e que não havia vestígios do túmulo do rei. O mapa de Leicester desenhado por Speed incorretamente mostra o Greyfriars no local do antigo Blackfriars, sugerindo que ele procurou a tumba no lugar errado. Outra lenda local surgiu sobre o suposto caixão de pedra de Ricardo, que Speed escreveu que "agora fora feito um bebedouro para os cavalos de uma estalagem comum".
Fontes: pt.wikipedia.org
Certamente parece que existiu um caixão; John Evelyn o registrou em 1654 durante uma visita, e Celia Fiennes escreveu em 1700 que havia visto "um pedaço da sua lápide em que ele estava deitado, que foi cortada na exata forma para seu corpo se deitar; permanece para ser vista na [estalagem] Greyhound em Leicester, más está parcialmente quebrada". William Hutton descobriu em 1758 que o caixão, que "não resistiu aos estragos do tempo", era agora mantido na Estalagem White Horse no Portão Gallowtree. Apesar de não se saber mais a localização do caixão, as descrições não combinam com o estilo dos caixões do final do século XV e é improvável que ele tivesse alguma conexão com Ricardo. É mais provável que o caixão tenha sido recuperado de algum estabelecimento religioso após a Dissolução dos Mosteiros. A mansão de Herrick, a Casa Greyfriars, continuou na posse da família até seu bisneto Samuel vendê-la em 1711. A propriedade foi subsequentemente dividida e vendida em 1740; três anos depois a Rua Nova foi construída na parte oeste do local. Vários sepultamentos foram descobertos quando casas foram erguidas ao longo da rua. Um novo condomínio, o 17 Travessa Friar, foi construído em 1759 na parte leste do local e existe até hoje. Várias construções ocorreram no terreno durante o século XIX. A Escola de Alderman Newton foi construída em 1863 em parte do local. A antiga mansão de Herrick foi demolida em 1871, com a atual rua do Grey Friars sendo colocada através do terreno em 1873, e vários desenvolvimentos comerciais sendo erguidos, como o Banco Econômico de Depósitos de Leicester.
Fontes: pt.wikipedia.org
O resto do local foi adquirido em 1915 pelo Conselho do Condado de Leicestershire, que construiu novos escritórios nas décadas de 1920 e 1930. O conselho foi embora em 1965 quando sua nova sede ficou pronta, com o Conselho Municipal de Leicester assumindo o lugar. O resto do terreno, onde uma vez existira o jardim de Herrick, foi transformado em 1944 em um estacionamento. Um prédio térreo da década de 1950 foi demolido em 2007 na Rua Grey Friars. Isso permitiu que arqueólogos realizassem uma escavação para ver se podiam encontrar quaisquer vestígios sobre o mosteiro medieval. Muito pouco foi encontrado, exceto por um fragmento de uma tampa de pedra de um caixão pós-medieval. Os resultados da escavação sugeriram que a igreja do mosteiro estava localizada mais ao oeste do que se imaginava.
Fontes: pt.wikipedia.org
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A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
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